A dura tarefa de decidir

Que tênis vou usar hoje? Será melhor esta camisa? Mais uma xícara de café? Descer pelas escadas ou esperar o elevador?

Perguntas e mais perguntas… O tempo todo estamos tomando decisões, de manhã até de noite, desde a infância até o último dia de nossas vidas.

Poucos segundos para escolher, decidir e resolver. Das mais simples até as mais complexas, as decisões fazem parte da nossa vida e não há como fugir disso.

É preciso saber decidir, traçar o destino nas pequenas e grandes escolhas da vida.
A vida não espera, somos instigados e pressionados pelas contingências do dia a dia a escolher em que estrada e caminho colocaremos nossos pés.

À beira do meu meio século de vida, após tantas decisões tomadas, pergunto-me se fui feliz ou se acertei mais que errei nas atitudes, sobretudo nas grandes decisões.

Penso que sim!

Quando mais jovem, nunca entendi o peso das decisões, agora sei que tudo do que sou hoje é resultado das minhas escolhas. Porque somos isto, o resultado de nossas escolhas acrescidos de um pouco de sorte (ou não).

A mais difícil de todas as escolhas, para mim, foi a que determinou o meu futuro profissional. Que profissão escolher por volta dos 18 anos de idade? Difícil. Fiz psicologia e depois transferi para educação física. Nossa, lembro-me ainda da dificuldade que senti àquela época.

Depois, outras descisões: emprego, mudança de cidade, casamento, amizades, cursos, capacitação profissional, viagens, filhos etc.

Bem que poderia haver algum manual de escolhas e decisões para se chegar ao que se sonha e se planeja. Mas não há!

Conselhos, opiniões e pitacos nos ajudam a decidir, mas na hora H é a voz do coração que comanda (pelo menos para mim foi assim) e direciona nossas tomadas de decisão. Então, o que eu posso desejar a vocês?

Boa sorte nas suas escolhas, escute a batida do coração!

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