Lazer já!

“A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão, balé…”, já cantavam os Titãs!

Não simplesmente desfrutar do tempo livre, deleitar-se no descanso para recuperar-se de uma vida entediada pelo trabalho, pelas obrigações e do estresse do dia a dia. Muito mais do que isso… Nós, humanos, necessitamos de QUALIDADE, de vivenciar atividades prazerosas e lúdicas.

O momento do lazer deve oferecer um leque de atividades que busquem o aprendizado e vivência de ações culturais, sociais, fìsicas e emocionais. A corrida em busca da felicidade é constante, precisamos matar a sede na fonte da alegria. Nada melhor que usufruir de um tempo mágico para saciar o prazer de viver momentos de alegria e realização!

No momento em que vivemos no país de total desleixo e desrespeito à população trabalhadora e honesta, exigir melhores condições urbanas para termos o DIREITO ao LAZER é tão importante como sermos representados por um governo honesto, sério e comprometido com questões que promovam cultura e lazer para todos, indiscriminadamente.

Aqui em BH é preciso urgente se tomar medidas na esfera pública que estimulem o comportamento humano de massa voltado para o lazer de qualidade, oportunizar e garantir à população momentos de alegria com segurança e valorização das individualidades!

Valorizar os espaços e equipamentos públicos e incrementar projetos públicos de lazer para a população são questões fundamentais para a implementação de uma política verdadeiramente social.

Algumas medidas se tornam urgentes:
1) Pistas de ciclismo com melhores e adequadas sinalizações.
2) Iluminação das praças para a prática de corridas e caminhadas.
3) Orientação de profissionais de Educação Física nos equipamentos de ginástica colocados nas praças há muito tempo.
4) Lagoa da Pampulha: fechamento de uma pista aos domingos de manhã para a prática maciça de atividade física.
5) Projetos de Rua de Lazer com as comunidades para a prática e valorização da cultura local.

E por aí vai… Precisamos de uma política orientada para a implementação de um lazer orientado para o cidadão comum, para aquele que não tem dinheiro para pagar a entrada no futebol, no cinema e no teatro.

Afinal de contas, a alta carga tributária e o aumento da gasolina servem para pagar o quê?

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