Socorro, quem pode nos ajudar?

Com a chegada do fim de ano, bate aquela estranha sensação na qual se misturam diversos sentimentos. Euforia, alegria, alívio, dever cumprido se fundem com incerteza, medo e desesperança.

Passamos por um ano difícil, da economia à política, estamos sem rumo, o país está em colapso. Sentimos à flor da pele que o barco está à deriva, em meio a uma grande tempestade.

O governo não se entende, há uma crise moral! Assim , como pensar no esporte nacional? Não há motivos para apontar avanços no desenvolvimento do esporte, não há clima para festejar absolutamente nada.

Realizamos uma grande Olimpíadas no Rio de Janeiro. Talvez tenha sido um grande momento esportivo. Uma grande festa, bem organizada e estruturada em um Estado falido. E foi só….

2016 foi um ano para refletir e repensar um novo rumo para nosso país.
Difícil falar e repensar o esporte no Brasil, do esporte nas escolas, na educação em que a educação física vem perdendo seu status!

Preciso retomar a alegria e a esperança para acreditar que um novo conceito de educação tome conta deste país! Preciso me iludir e acreditar que algo vá mudar!

Aquele sentimento ambíguo de fim de ano me paralisa e coloca uma grande interrogação na perspectiva que se espera de uma política esportiva fundamentada nas escolas.

O desabafo é importante, precisamos de uma ajuda não sei de onde nem de quem, mas há de ter algo que mude a história deste país recolocando o Brasil em um novo caminho e mudando de vez o curso da história de nossa pátria.

Socorro, quem pode nos ajudar?

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